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A história deste quadrinho se passa numa praia fria com muitas pedras entre a faixa de água e rochedos emoldurando a faixa de areia. Nela, duas personagens conversam, embora cada uma delas trava assuntos solipsistas que embora sejam respondidas pouco prestam atenção ao que o outro fala. A primeira personagem é uma mulher de pele clara e cabelos castanhos avermelhados que usa um vestido preto longo acetinado com uma fenda na perna. Ela aparece em pose acuada, como se titubeasse diante de suas palavras. O segundo protagonista é um homem de cabelos e barba pretas desleixadamente cortados, que veste camisa azul-escura de mangas longas e calça azul dessaturada de poliéster. No quadrinho segue o texto, com os balões separados por “/” e informando a personagem que fala entre parênteses: “(a primeira personagem fala:) Agora que estamos aqui, todas as palavras que carrego não são suficientes para serem ditas. / Porém não me ofereça o silêncio. / (a segunda personagem fala:) Separando as pedras achei que abriria caminho para o mar passar. / E passou, sim, como também arrastou tudo ao redor. / Eu, as pedras, o píer, os barcos, as algas, os peixes. Nada ficou no lugar. / O que isso significa? / (a primeira personagem fala:) Não sei, pois entrega palavras que não são para mim. / Talvez você esteja à procura de mais pedras para separar. / Isso não é comigo. O que posso dar são palavras insuficientes para serem ditas. / Porém não me ofereça o silêncio.”.

A história deste quadrinho se passa numa praia fria com muitas pedras entre a faixa de água e rochedos emoldurando a faixa de areia. Nela, duas personagens conversam, embora cada uma delas trava assuntos solipsistas que embora sejam respondidas pouco prestam atenção ao que o outro fala. A primeira personagem é uma mulher de pele clara e cabelos castanhos avermelhados que usa um vestido preto longo acetinado com uma fenda na perna. Ela aparece em pose acuada, como se titubeasse diante de suas palavras. O segundo protagonista é um homem de cabelos e barba pretas desleixadamente cortados, que veste camisa azul-escura de mangas longas e calça azul dessaturada de poliéster. No quadrinho segue o texto, com os balões separados por “/” e informando a personagem que fala entre parênteses: “(a primeira personagem fala:) Agora que estamos aqui, todas as palavras que carrego não são suficientes para serem ditas. / Porém não me ofereça o silêncio. / (a segunda personagem fala:) Separando as pedras achei que abriria caminho para o mar passar. / E passou, sim, como também arrastou tudo ao redor. / Eu, as pedras, o píer, os barcos, as algas, os peixes. Nada ficou no lugar. / O que isso significa? / (a primeira personagem fala:) Não sei, pois entrega palavras que não são para mim. / Talvez você esteja à procura de mais pedras para separar. / Isso não é comigo. O que posso dar são palavras insuficientes para serem ditas. / Porém não me ofereça o silêncio.”.

egomântica #5 numa praia, a estátua do que foi dito (GUNHELMET, 2026).

1. Pintado digitalmente em MSPaint 11.2203.2.0 entre 2024 e 2026.
2. Montado em Adobe Photoshop CS5.1.
3. Quinto quadrinho da série “egomântica”, que pode ser lido pelo link […]

[Original post on social.vivaldi.net]

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Marina de Abreu Gonzalez on Instagram: "#formaouconsciência, @_akihurlant, @editoratavernadorei, #gibi, #manganacional, #quadrinhonacional, #fantasia," 1 likes, 0 comments - o_mundodamarina on March 31, 2026: "#formaouconsciência, @_akihurlant, @editoratavernadorei, #gibi, #manganacional, #quadrinhonacional, #fantasia,".

#formaouconsciência, @_akihurlant, @editoratavernadorei, #gibi, #manganacional, #quadrinhonacional, #fantasia,

www.instagram.com/o_mundodamar...

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Tirinha em preto e branco em estilo rabiscado e sujo 
Título:
GOODVIBE CAT EM 
“LIMPEZA”
Embaixo do nome do gato, está minha assinatura: Edu 

Quadro um:
Um rapaz, de cabelo preto escuro e olhos grandes olha por cima do ombro. Ele vê um gato antropomórfico cabeçudo com olhos grandes e vesgos, língua de fora. Ele tem os braços atrás das costas escondendo as mãos. 
O gato diz: Hora de limpar as energias!

O rapaz, com um sorriso leve no rosto, diz: AH, LEGAL! EU REAL PRECISO DE....

Quadro dois.
Com um movimento rápido, o gato, em close, revela uma faca, segurada como um punhal.
O rapaz fora de quadro diz: PERAI! ASSIM NÃO!
DE NOVO NÃO, GOODIE!

Quadro três:
O gato pula, em uma posição quase de super herói voando, e enfia a faca no olho esquerdo do rapaz que cai para trás em dor.
O gato grita: LIMPE OS CHAKRAS!!

Tirinha em preto e branco em estilo rabiscado e sujo Título: GOODVIBE CAT EM “LIMPEZA” Embaixo do nome do gato, está minha assinatura: Edu Quadro um: Um rapaz, de cabelo preto escuro e olhos grandes olha por cima do ombro. Ele vê um gato antropomórfico cabeçudo com olhos grandes e vesgos, língua de fora. Ele tem os braços atrás das costas escondendo as mãos. O gato diz: Hora de limpar as energias! O rapaz, com um sorriso leve no rosto, diz: AH, LEGAL! EU REAL PRECISO DE.... Quadro dois. Com um movimento rápido, o gato, em close, revela uma faca, segurada como um punhal. O rapaz fora de quadro diz: PERAI! ASSIM NÃO! DE NOVO NÃO, GOODIE! Quadro três: O gato pula, em uma posição quase de super herói voando, e enfia a faca no olho esquerdo do rapaz que cai para trás em dor. O gato grita: LIMPE OS CHAKRAS!!

Bom dia.
Esse é meu, seu, nosso amigo. O Goodvibe Cat!

E hoje é dia de LIMPEZA

#BRART #HQ #gibi #tirinha

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Página de quadrinhos com três quadros, um maior e dois maiores. Um motel numa encruzilhada, luzes de neon apagadas com o nome Hotel Limite. do lado esquerdo, o desenho de um olho aberto, do lado direito, um fechado. Ao lado dele, um prédio antigo também de dois andares. Está amanhecendo. O motel e o prédio se refletem numa enorme poça d'água que enche um buraco no asfalto, bem na esquina. Na narrativa em of, a frase: "toda manha..." — um balão de fala sai do motel: "unght!" Abaixo, o título do episódio, num quadro vazio sem margens: "Nascer dói, morrer, nem tanto. No segundo quadrinho, uma mulher indígena usando ternos e botas masculinas, um chapéu caído entre suas pernas, põe a mão na cabeça expressando dor. Na narrativa em of, a frase se completa: "Toda manhã é a mesma coisa!" No terceiro quadro, ela começa a se levantar. No fim do corredor, uma escadaria do lado esquerdo, de onde uma luz ilumina parte da entrada do corredor. Um mulher usando camisa social, gravata e minissaia, sobe as escadas olhando para a mulher de terno. As duas se encaram.

Página de quadrinhos com três quadros, um maior e dois maiores. Um motel numa encruzilhada, luzes de neon apagadas com o nome Hotel Limite. do lado esquerdo, o desenho de um olho aberto, do lado direito, um fechado. Ao lado dele, um prédio antigo também de dois andares. Está amanhecendo. O motel e o prédio se refletem numa enorme poça d'água que enche um buraco no asfalto, bem na esquina. Na narrativa em of, a frase: "toda manha..." — um balão de fala sai do motel: "unght!" Abaixo, o título do episódio, num quadro vazio sem margens: "Nascer dói, morrer, nem tanto. No segundo quadrinho, uma mulher indígena usando ternos e botas masculinas, um chapéu caído entre suas pernas, põe a mão na cabeça expressando dor. Na narrativa em of, a frase se completa: "Toda manhã é a mesma coisa!" No terceiro quadro, ela começa a se levantar. No fim do corredor, uma escadaria do lado esquerdo, de onde uma luz ilumina parte da entrada do corredor. Um mulher usando camisa social, gravata e minissaia, sobe as escadas olhando para a mulher de terno. As duas se encaram.

A mulher que subiu a escadaria abre uma porta no fim do corredor e a convida a entrar. Ela entra e a mulher fecha a porta, com um sorriso enigmático no rosto. A mulher alta vestindo terno e chapéu masculino abre um compartimento secreto, empurrando o que parece ser um armário de depósito com utensílio de fachina, e atrás, aparece a porta gradeada de um elevador antigo. No centro, entre os quatro quadros, a narrativa em off da mulher de terno diz: "toda manhã é assim." No quadro seguinte, somente o texto da narrativa, que segue:"Toda manhã acordo nos corredores do motel limite, entro por um elevador que me leva ao prédio contíguo, mas isso é impossível! já que um corredor vazio separa os dois prédios, e o mais curioso, ele me leva direto para outro depósito, nos fundos do escritório onde trabalho." No quadro final, ela é vista de pé, dentro do elevador estreito, iluminada por uma lâmpada fraca no seu topo.

A mulher que subiu a escadaria abre uma porta no fim do corredor e a convida a entrar. Ela entra e a mulher fecha a porta, com um sorriso enigmático no rosto. A mulher alta vestindo terno e chapéu masculino abre um compartimento secreto, empurrando o que parece ser um armário de depósito com utensílio de fachina, e atrás, aparece a porta gradeada de um elevador antigo. No centro, entre os quatro quadros, a narrativa em off da mulher de terno diz: "toda manhã é assim." No quadro seguinte, somente o texto da narrativa, que segue:"Toda manhã acordo nos corredores do motel limite, entro por um elevador que me leva ao prédio contíguo, mas isso é impossível! já que um corredor vazio separa os dois prédios, e o mais curioso, ele me leva direto para outro depósito, nos fundos do escritório onde trabalho." No quadro final, ela é vista de pé, dentro do elevador estreito, iluminada por uma lâmpada fraca no seu topo.

1) A mulher indígena de terno adentra um escritório cheio de pastas de arquivo excedendo os armários onde estariam armazenadas. Á frente no primeiro plano, vê-se uma mesa com um computador de mesa, uma abajur de ferro retangular, etc.
Um ventilador ligado no canto esquerdo do plano. No meio dos escritório, um homem de duas cabeças varre o mesmo.
2) o homem de duas cabeças cumprimenta acenando: "Olá, chefa!"
ele tem duas cabeças totalmente diferentes. Uma, é a cabeça de um típico italiano moreno com um micro bigode, o outro, um mestiço de indígena e português.
3)a mulher acena e cumprimenta enquanto diz: "Oi Acho melhor vocês se dividirem de novo. Já é hora do expediente..."
4)mesmo ângulo. Ela termina de falar: "...e não quero nenhum cliente enfartando pela manhã."
5) plano plongée da mesa do escritório. A mulher puxa a cadeira enquanto segue a narrativa em off das outras páginas: "E toda manhã depois que entro aqui, vejo esse homem de duas cabeças."

1) A mulher indígena de terno adentra um escritório cheio de pastas de arquivo excedendo os armários onde estariam armazenadas. Á frente no primeiro plano, vê-se uma mesa com um computador de mesa, uma abajur de ferro retangular, etc. Um ventilador ligado no canto esquerdo do plano. No meio dos escritório, um homem de duas cabeças varre o mesmo. 2) o homem de duas cabeças cumprimenta acenando: "Olá, chefa!" ele tem duas cabeças totalmente diferentes. Uma, é a cabeça de um típico italiano moreno com um micro bigode, o outro, um mestiço de indígena e português. 3)a mulher acena e cumprimenta enquanto diz: "Oi Acho melhor vocês se dividirem de novo. Já é hora do expediente..." 4)mesmo ângulo. Ela termina de falar: "...e não quero nenhum cliente enfartando pela manhã." 5) plano plongée da mesa do escritório. A mulher puxa a cadeira enquanto segue a narrativa em off das outras páginas: "E toda manhã depois que entro aqui, vejo esse homem de duas cabeças."

1) os dois homens se dividindo em dois homens, com parte das pernas  ainda unidas. Um abre a porta dupla de saída do escritório e faz um sinal de "joia", o outro bebe água no bebedouro olhando para um pôster de caléndário de oficina mecânica de 1981, como nome "Oficina doi Pereira". Nele uma mulher loira pisca o olho com uma expressão provocante de pornografia barata daquela década enquanto malha com dois pesos e sua vagina está exposta pelo maiô ter sido puxado para o lado onde a cobria. 
a narrativa em off da mulher indígena segue: "eles se dividem e saem a campo, investigando e fazendo pequenos serviços para mim. Pedro Jorge e Jorge Pedro.
2) a mulher já sem o chapéu e o blazer, sentada na cadeira, apoiando os braços nas pernas, olha para o lado esquerdo do enquadramento(em direção às janelas)
3)ventilador em primeiro plano. No segundo plano, a mulher se ergue da cadeira. Segue a sua narrativa/pensamentos: "Tudo lá fora é tão absurdo quanto aqui, embora mais óbvio."
4)visão do lado de fora do prédio. dois homens na rua olham para a janela onde ela está parada, agora, olhando para a mesma rua.
"Mas o que esperar? Nem eu mesma sei quem sou. Acordo todo dia naquele corredor, lembro dos dias anteriores..."
5) na contra luz agora o plano a enquadra de costas, acendendo um cigarro diante da mesma janela.
6)close no seu rosto de perfil em silhueta diante da janela, soprando a fumaça da primeira tragada. 
"Mas não lembro de onde vim nem onde nasci, nem de quando acordei pela primeira vez."

1) os dois homens se dividindo em dois homens, com parte das pernas ainda unidas. Um abre a porta dupla de saída do escritório e faz um sinal de "joia", o outro bebe água no bebedouro olhando para um pôster de caléndário de oficina mecânica de 1981, como nome "Oficina doi Pereira". Nele uma mulher loira pisca o olho com uma expressão provocante de pornografia barata daquela década enquanto malha com dois pesos e sua vagina está exposta pelo maiô ter sido puxado para o lado onde a cobria. a narrativa em off da mulher indígena segue: "eles se dividem e saem a campo, investigando e fazendo pequenos serviços para mim. Pedro Jorge e Jorge Pedro. 2) a mulher já sem o chapéu e o blazer, sentada na cadeira, apoiando os braços nas pernas, olha para o lado esquerdo do enquadramento(em direção às janelas) 3)ventilador em primeiro plano. No segundo plano, a mulher se ergue da cadeira. Segue a sua narrativa/pensamentos: "Tudo lá fora é tão absurdo quanto aqui, embora mais óbvio." 4)visão do lado de fora do prédio. dois homens na rua olham para a janela onde ela está parada, agora, olhando para a mesma rua. "Mas o que esperar? Nem eu mesma sei quem sou. Acordo todo dia naquele corredor, lembro dos dias anteriores..." 5) na contra luz agora o plano a enquadra de costas, acendendo um cigarro diante da mesma janela. 6)close no seu rosto de perfil em silhueta diante da janela, soprando a fumaça da primeira tragada. "Mas não lembro de onde vim nem onde nasci, nem de quando acordei pela primeira vez."

#BRart #brazilianartist #gibi
4 páginas de Motel Limite

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#Gibi wants to give our troops some #oralsupport

#ASMR #BBC #BNWO #babecock #babecock

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#Gibi must give some great #roadhead

#ASMR #BBC #BNWO #babecock #babecock

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#Gibi #ASMR #BBC #BNWO #babecock #babecock

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#Gibi #ASMR #BBC #BNWO #babecock #babecock

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#Gibi #ASMR #BBC #BNWO #babecock #babecock

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#Gibi #ASMR #BBC #BNWO #babecock #babecock

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#Gibi #ASMR #BBC #BNWO #babecock #babecock

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#Gibi #ASMR #BBC #BNWO #babecock #babecock

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#Gibi #ASMR #BBC #BNWO #babecock #babecock

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#Gibi #ASMR #BBC #BNWO #babecock #babecock

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#Gibi #ASMR #BBC #BNWO #babecock #babecock

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#Gibi #ASMR #BBC #BNWO #babecock #babecock

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#gibi #black&white #bbc #babecock #bnwo #asmr #valerica

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A campanha da HQ Cidade do Sono de @adaodelimajr já atingiu 65%.
Muito obrigado por seu apoio!

Link aqui, na bio ou QRCode na imagem:
www.catarse.me/cs1

#hq #gibi #quadrinhos #historiaemquadrinhos #hqbrasileira

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e

de Sixtine Dano

#gibi

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Venha fazer parte do clube da Festa do Coração também 💛

O quadrinho físico você encontra na loja da @ SeLigaEditorial: seligaeditorial.lojaintegrada.com.br

(e a edição digital no Kindle!)
#quadrinhonacional #gibi #lgbt #leiacomorgulho

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Página de quadrinhos com três quadros, um maior e dois maiores. Um motel numa encruzilhada, luzes de neon apagadas com o nome Hotel Limite. do lado esquerdo, o desenho de um olho aberto, do lado direito, um fechado. Ao lado dele, um prédio antigo também de dois andares. Está amanhecendo. O motel e o prédio se refletem numa enorme poça d'água que enche um buraco no asfalto, bem na esquina. Na narrativa em of, a frase: "toda manha..." — um balão de fala sai do motel: "unght!"
Abaixo, o título do episódio, num quadro vazio sem margens: "Nascer dói, morrer, nem tanto.
No segundo quadrinho, uma mulher indígena usando ternos e botas masculinas, um chapéu caído entre suas pernas, põe a mão na cabeça expressando dor. Na narrativa em of, a frase se completa: "Toda manhã é a mesma coisa!"
No terceiro quadro, ela começa a se levantar. No fim do corredor, uma escadaria do lado esquerdo, de onde uma luz ilumina parte da entrada do corredor. Um mulher usando camisa social, gravata e minissaia, sobe as escadas olhando para a mulher de terno. As duas se encaram.

Página de quadrinhos com três quadros, um maior e dois maiores. Um motel numa encruzilhada, luzes de neon apagadas com o nome Hotel Limite. do lado esquerdo, o desenho de um olho aberto, do lado direito, um fechado. Ao lado dele, um prédio antigo também de dois andares. Está amanhecendo. O motel e o prédio se refletem numa enorme poça d'água que enche um buraco no asfalto, bem na esquina. Na narrativa em of, a frase: "toda manha..." — um balão de fala sai do motel: "unght!" Abaixo, o título do episódio, num quadro vazio sem margens: "Nascer dói, morrer, nem tanto. No segundo quadrinho, uma mulher indígena usando ternos e botas masculinas, um chapéu caído entre suas pernas, põe a mão na cabeça expressando dor. Na narrativa em of, a frase se completa: "Toda manhã é a mesma coisa!" No terceiro quadro, ela começa a se levantar. No fim do corredor, uma escadaria do lado esquerdo, de onde uma luz ilumina parte da entrada do corredor. Um mulher usando camisa social, gravata e minissaia, sobe as escadas olhando para a mulher de terno. As duas se encaram.

A mulher que subiu a escadaria abre uma porta no fim do corredor e a convida a entrar. Ela entra e a mulher fecha a porta, com um sorriso enigmático no rosto. A mulher alta vestindo terno e chapéu masculino abre um compartimento secreto, empurrando o que parece ser um armário de depósito com utensílio de fachina, e atrás, aparece a porta gradeada de um elevador antigo. No centro, entre os quatro quadros, a narrativa em off da mulher de terno diz: "toda manhã é assim."
No quadro seguinte, somente o texto da narrativa, que segue:"Toda manhã acordo nos corredores do motel limite, entro por um elevador que me leva ao prédio contíguo, mas isso é impossível! já que um corredor vazio separa os dois prédios, e o mais curioso, ele me leva direto para outro depósito, nos fundos do escritório onde trabalho."
No quadro final, ela é vista de pé, dentro do elevador estreito, iluminada por uma lâmpada fraca no seu topo.

A mulher que subiu a escadaria abre uma porta no fim do corredor e a convida a entrar. Ela entra e a mulher fecha a porta, com um sorriso enigmático no rosto. A mulher alta vestindo terno e chapéu masculino abre um compartimento secreto, empurrando o que parece ser um armário de depósito com utensílio de fachina, e atrás, aparece a porta gradeada de um elevador antigo. No centro, entre os quatro quadros, a narrativa em off da mulher de terno diz: "toda manhã é assim." No quadro seguinte, somente o texto da narrativa, que segue:"Toda manhã acordo nos corredores do motel limite, entro por um elevador que me leva ao prédio contíguo, mas isso é impossível! já que um corredor vazio separa os dois prédios, e o mais curioso, ele me leva direto para outro depósito, nos fundos do escritório onde trabalho." No quadro final, ela é vista de pé, dentro do elevador estreito, iluminada por uma lâmpada fraca no seu topo.

#Brart #art #gibi
Duas páginas prontas de "Motel Limite". Em breve, quando acabar o primeiro episódio, vou lançá-la pela uiclap e tentar manter um preço aceitável. A ideia é que seja uma série mesmo, gibi com fantasia, terror, erotismo, Brasil profundo das profundezas, erotismo, sexo e morte.

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#HQ Cidade do Sono apresenta Sonífera e Palumbo
por @adaodelimajr.bsky.social

Link na bio ou aqui:
www.catarse.me/cs1

#comics #hqnacional #hqbrasileira #gibi

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⚠️"Angustia" com 52% de DESCONTO!

🔗 www.amazon.com.br/dp/6555945885

#Colecionador #HQ #Gibi #Promocao

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APRESENTANDO!

Caio nas Trevas é minha série regular de quadrinhos na minha própria fanzine!
Conheça um pouco mais os protagonistas

#BRart #underground #gibi #quadrinhos

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I always wanted to know what happened with that Brazilian edition of #AlphaFlight. I wondered if it was a mistake by the inker, but how could anyone let it go like that? Well, now I've been able to see a scanned page from the American version:

#JohnByrne #TropaAlfa #Comic #HQ #Gibi #Quadrinhos

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É com muito prazer q anunciamos o próximo evento na Gibiteca Butantã. @pedrovoh.bsky.social estará autografando a sua HQ com os personagens de "A Coleta": Bispo, Litz e Maura. Como sempre teremos bate-papo sobre este tema, mais q relevante. Anota a data.
#HQ #gibi #quadrinhos #HQNacionalIndependente

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Gibis! Gibis a mão cheia! 😁

#gibi #gibinovo #comics #comicbook #Quadrinhos

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#Gibi has a comparison to show you, guess which is her favorite 🤭

#bbc #bnwo #whiteboisex #cum #asmr #babecock

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Good boys and girls lock up their pathetic white clittys

#gibi #asmr #chastity #patheticwhitedick #bnwo

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#Gibi wants to show her “wears” 😳

#asmr #ass #bikini

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